Esquiando sem Visão

Um programa de televisão que antecedeu os Jogos Olímpicos de Inverno de 1988 mostrou esquiadores cegos, treinados para esquiarem em competições sobre a neve, o que soa como algo impossível.

Emparelhados com esquiadores com visão normal, os esquiadores cegos eram ensinados sobre como esquiar e fazer curvas. Na cidade de Niles no Estado de Illinois Estados Unidos a Fundação Americana para Esquiadores Cegos ajuda os que não podem ver  a se concentrarem no que eles podem fazer … não sobre o que eles não podem ver. Este conhecimento e confiança dá-lhes algumas das ferramentas necessárias para enfrentarem com sucesso os desafios em outros aspectos de suas vidas.

Depois de terem aprendido a realizarem as manobras, os esquiadores são encaminhados ao ponto de partida, de onde os esquiadores com visão partem para esquiarem lado a lado com eles. Ao darem início à prova, o esquiador cego é orientado pelo esquiador guia que grita, ao seu lado, “esquerda!” e “direita!”

Obedecendo aos comandos, eles seguem o curso da prova, que é toda demarcada por bandeirolas presas a hastes cravadas na neve. A descida é constituída de inúmeras curvas e desvios das bandeiras, enquanto o tempo é computado pelos juízes.

O percurso todo, até cruzarem a linha de chegada, depende exclusivamente da palavra dos esquiadores guias. É uma questão de confiança completa ou catástrofe. Algumas vezes não somos  capazes de ver o trajeto que devemos seguir. Temos que confiar somente na Palavra do único que tem a visão perfeita – o Deus que nos criou. Sua Palavra nos dá a direção de que precisamos para completar o percurso.

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